Turma de Jovens e Adultos

LIKES, RAIVA E SOLIDÃO

por Dylan Willms e Lucas Eidam



Pessoas, as pessoas são felizes nesse mundão virtual que é como um faroeste moderno, poético e violento, uma ou duas palavras são capazes de causar um "tiroteio" generalizado, todos com suas armas, agora é só atirar... Pow. 

Pessoas com suas máscaras virtuais, postando como às 24 horas do seu dia é feliz e interessante, mil likes muito amor, sete likes uma tristeza profunda, três textos, dois mil xingamentos, essas pessoas xingam, se escondem atrás dos seus lindos filtros, com tantas curtidas não tem por que se haver solidão, certo?

- Acordo cedo, são seis e vinte da manhã, meu primeiro olhar após eu me espreguiçar e no lindo e doce celular. Opa algo desconcertante, uma raiva, cara vermelha, Jesus aceita apenas quem... Opa outro problema, amém amei.

Solitude podia ser a palavra certa nesse caso mas não, é solidão. Ó, solidão, tu és forte envenena o homem que na sua inocência busca refúgio ao isolamento "social", parece triste a vida de quem choras perante a uma tela que não é a do cinema, choras de tristeza de raiva e poucas as vezes de alegria.

Ó, vício, todos amamos esse maldito vício, cruel e impiedoso, amanhece convosco todo nascer do sol e o pior é que não para até o luar.

Olhar, olhar para si mesmo é importante, um olhar sem raiva, sem medo, um olhar com amor demonstrado, um olhar bem olhado, longe demais queria te dar aquele abraço bem apertado mas infelizmente não estamos totalmente conectados.


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FESTIVAL CLÁSSICOS DO ABRAÇÃO
Críticas dos Alunos: Alice no País das maravilhas 


A Cia. do Abração prima no seu cenário, no seu figurino, nas suas coreografias.
O enredo aborda as dúvidas de uma menina, que é uma questão do ser humano, suas dúvidas e escolhas.
Interessante como as pessoas são "grandes" demais para determinadas situações, outras vezes "pequenas" demais.
A escolha das músicas e elaborações da trilha sonora também foi muito bem feita.
Na primeira peça com marchinhas de carnaval, na segunda com um "ar" oriental, e na Alice a nossa música nacional da melhor qualidade.

                                                                                                                                         - Antônio Alf
O que gostei do espetáculo?
- Cenário de tapumes com rodinhas e vários desenhos.
- O uso de bolas de pilates para o personagem do coelho e das formigas.
- Formato das formigas (duas bolas amarelas, duas bolas como olho).
- Técnica de como fazer o efeito da Alice caindo, em que ela ficou no meio do palco girando e quando cai, sai o som e ela cai.
- O efeito dela ficar grande com a ajuda de outra pessoa.
- Rotação de cenário, sinalizando cada parte da peça, como o jardim e o castelo, e os outros locais como a parte grande e a parte pequena.
- Alice usa como sonoplastia a grande cantora Rita lee e também muita psicodelia ,também as charadas do Chapeleiro Maluco.

                                                                                                                                    - Lucas Eidam 

A peça "Alice no País das Maravilhas" traz algumas mensagens muito interessantes e as vezes, utópicas, para os dias de hoje, para serem aplicadas em algumas partes do mundo, como:

- Liberdade de pensar; 
- Sentimento de pertencer á uma comunidade, sociedade,país, etc...
- Respeito;
- Regras coerentes para se viver numa sociedade;
- Dignidade.

O início da peça começa com o personagem coelho levando Alice para um outro mundo onde ela se depara com três portas.
Numa porta existe o bolo e o café que fazem ela diminuir de tamanho.
Alice entra em conflito, pois não se sente pertencente ao mundo em que vive. Ela se considera um estranho no ninho e vai em busca de uma solução para o problema do tamanho, às vezes menor que as outras pessoas e  às vezes maior.
Uma outra personagem que teve destaque na peça foi a rainha retrógrada que, como o próprio nome já diz, é um atraso de vida como pessoa.
A mentalidade da rainha retrógrada é botar defeitos e tentar derrubar Alice, mas Alice é esperta e consegue anular as ofensas da rainha ao elogiar sua saia.
Feito isso, a rainha retrógrada sente seu ego massageado e para com as ofensas na direção da Alice.
A mensagem da necessidade de transformação na vida é transmitida pelo personagem lagarto que, além de ajudar Alice á voltar no seu tamanho normal, se transforma numa borboleta.

                                                                                                                      - Flávio Fortes 

Os atores já estavam preparados e ficaram atrás dos tapume e contaram uma história, a história da Alice no País das Maravilhas. Ela estava brincando de esconde esconde e sua irmã queria continuar a história,  aí ela viu um coelho saltitante e de repente ela caiu num buraco fundo e escuro. Alice queria escolher qual das portas abrir, e aconteceu várias vezes e ela não conseguiu. Em cima da mesa tinha um bolinho e ela ficou muito alta, comeu dois cogumelos e ficou no tamanho normal e Alice encontrou o lindo jardim da rainha retrógrada, que precisava das histórias, mas o chapéu que o chapeleiro lhe deu foi retirado e ela voltou para a casa.

                                                                                                                    - Laura Negri 


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FESTIVAL CLÁSSICOS DO ABRAÇÃO
Críticas dos Alunos: O Mágico de Oss 



O que gostei do espetáculo?
- Brincadeira de amarelinha.
- Manipulação das caixas, os Avós e o Mágico.
- Artes marciais e o uso do bastão que é uma coisa bem técnica.
- A formação de cenário, que tem como igualdade o tétris.
- Contagem em Chinês.
- Leque que se faz os corvos, leques azuis.
- Os cogumelos falantes.

A peça tem muitas manipulações, uma peça básica,que tem poucos adereços , os cenários tem várias surpresas ,junto o cenário, luz s sonoplastia , a peça fica linda, a fumaça ajudou bastante nos efeitos da peça, como na parte do tornado, usa a manipulação com a luz ,fumaça e deixou tudo bonito, não pode esquecer da parte que eles deixaram os movimentos lindos.

                                                                                                                          - Lucas Eidam 

A peça , O mágico de Oss  conta a história de uma menina chamada Doroti que vai para um lugar chamado Oss. Ela estava brincando com seus amigos e de repente ela para em um lugar chamado Oss. Lá,ela conhece seres estranhos , tipo... um homem de lata , um espantalho e um tigre covarde. Ela pede a eles que levem-na até um mágico para ele leva-la de volta para sua casa,que acaba com ela conseguindo no final da história.                                                               
                                                                                                                               - Liz Del Pino 

Os atores estavam sentados em roda fazendo um alongamento e treinamento a voz quando estavam prestes a terminar,a Letícia foi falar com eles, para se prepararem para apresentar, ai abriram as portas ,as pessoas foram entrando e sentando nas cadeiras. Teve os personagens de O Mágico de Oz,tinha o espantalho  pediu para o grande mágico um cérebro e o homem de lata pediu a ele um coração, e o Leão ganhou uma medalha por coragem e no final a Doroti pediu ao mágico para voltar para a casa dela e brincar com seus melhores amigos.

-Laura Negri 


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FESTIVAL CLÁSSICOS DO ABRAÇÃO
Críticas dos Alunos: A Bela e a Fera


Durante o Festival Clássicos do Abração, os alunos do nosso Núcleo de Teatro Amador escreveram críticas sobre os espetáculos da Cia. do Abração. Confiram:

O que gostei do espetáculo?
- Samba e Carnaval. 
- Começo da peça se usou o boca que usa para primeira música.
- Manipulação dos livros quando se tem os passarinhos.
- Passos de samba, no começo e no final.
- O uso de uma placa de ferro para fazer os barulhos do trovão e dar medo.
- Uso de chocalhos para simular a cavalgada e os passos do pai.

Todos esses elementos fizeram da peça um grande espetáculo, uma fabula bonita que se transformou em uma história teatral com, samba e poemas nacionais, deixou tudo mais vivo com isso.

- Lucas Eidam


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PARANÓIAS QUE FICAM NO ÔNIBUS 
por Dylan Willms


Pessoas falando, música rolando, sozinho no meio de estranhos, música rolando, Liszt no sonho de amor, amor?

A dama a minha frente é linda, será que ela tem namorado?

Isso me deixa assustado, moça tão bela que no tempo de dois terminais me deixou apaixonado

Música rolando, agora Chopin me acalmando, ô motorista, por que está demorando?

Ela é morena e de tamanho é pequena, veste branco, até parece que veio de um maldito conto, Ô CABELUDO,  não mexe com ela, espera é o namorado dela?

Droga não vi o anel na mão dela

Música rolando, paixão abaixando, tristeza aumentando, ônibus parando, e lá vai ela...




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2019: estamos evoluindo por fora mas e por dentro? 
Conectados mas sem olho no olho, paixão sem lábios com lábios, vida limitada, internet ilimitada 
"Surfar nas redes é como deslizar em cada uma das cores do arco-íris"
Printar o passado para influenciar o seu futuro
O poder é nosso mas sabemos controlá-lo? 
Um clique e milhares de novos amigos, o eu te amo era tão denso e lindo como um poema, agora leve e sem impacto como uma pena
Dois cliques uma parte do meu corpo, mais um deslize, enviado 
2029: mim não poder fazer nada 
2020: eu sei o que eu posso fazer
Olhos com olhos, lábios com lábios e amor com amor.

por Dylan Willms 


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VIDA?


Recursos da pós-modernidade

Recursos da contemporaneidade

Um clique você está feliz consigo mesmo

Dois cliques duplamente você se sente felicíssimo 

Uma self a felicidade total

e eu ao seu lado o dia inteiro tentando te desejar bom dia

mas já era tarde e não consegui te dizer boa noite 

outro dia Recursos da Pós-Modernidade


- Antonio Lourenço


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SENTINDO-SE INVISÍVEL NO MUNDO DE HOJE
por Flávio Ferreira Fortes


Sentindo-se invisível no mundo de hoje! 

O ser humano é um ser gregário, ou seja, nasceu para viver em sociedade e criar vínculos afetivos saudáveis. Mas, quando a necessidade de convívio com as outras pessoas não é atingido, o ser humano torna-se invisível.

Ao tornar-se invisível, o ser humano perde a capacidade de evoluir e contribuir para uma sociedade melhor.

Normalmente as pessoas invisíveis são aquelas que são discriminadas pela sociedade, ex.: mulheres, negros, pobres, homossexuais, etc... E desde que nascem, as pessoas invisíveis lutam para serem incluídas no grupo da escola, do local de trabalho, da faculdade, etc...

No livro “O Poder dos Quietos” da autora Susan Cain fala do perfil do ser humano para ser aceito em qualquer lugar da sociedade nos Estados Unidos, mas que serve para muitos países do mundo. Este perfil que é bem quisto é projetado de uma maneira que o ser humano tem que ser: homem, heterossexual, extrovertido, com curso superior, branco e que esteja na faixa dos 25 aos 30 anos. lembrando que até os homens muito acima do peso podem estar fora deste perfil idealizado pela sociedade.

A maneira de pensar da sociedade à nível mundial hoje em dia está muito cruel, pois existe uma ditadura para decidir quem está dentro e quem está fora dos parâmetros. Consequentemente quem está fora dos parâmetros torna-se invisível.

No meu caso, eu me sinto invisível porque eu estou desempregado a muito tempo, pois o mercado de trabalho está muito competitivo. Porém, eu estou me preparando para voltar a trabalhar.

Outra característica minha que me atrapalha e me torna invisível na sociedade é que eu sou introvertido. Eu prefiro mais ouvir a falar com as pessoas e o mundo hoje vive um ideal de extroversão. Muitas pessoas tímidas e introvertidas fingem serem extrovertidas para se enquadrarem no local de trabalho, nas reuniões de amigos ou família.

Eu não finjo ser extrovertido para deixar de ser invisível, porém ao me analisar e perceber que muitas vezes eu me comportei de forma passiva no convívio com outras pessoas. Eu agora estou me posicionando mais e sendo mais ativo para sair da invisibilidade.

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Esse texto foi criado por um dos nossos alunos da Turma de Jovens e Adultos do Núcleo de Teatro Amador, que está conosco desde o ano passado! Estamos ansiosos para ver o que vai acontecer no nosso tradicional Festival dos 5 Minutos que vai acontecer já já, com o nosso tema deste ano, VIDA.


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REFLEXÕES EM TRÊS PARTES 
por Dylan Willms


Parte 1 - O Poeta que queria ser Astronauta 


            Eu olho as estrelas toda noite depois do jantar, eu sinto o vento e invento, aproveito cada maldito segundo com a lua. A lua me olhou, ficou me observando e naquele exato momento não consegui respirar tamanha descoberta que tinha feito: soube naquela hora o meu verdadeiro sentido de viver; sobreviver nunca mais.
              Ela me disse que viver é tomar seu banho quente na manhã fria e superar aquele amor que doía, vivi vida lívida perdido na existência, pessoas morrendo, eu me escondendo, a lua me disse a verdade, o sentido da vida é viver, ver seu filho crescer.
             Às vezes o chão pode cair sobre sua cabeça, mas não desista, insista, pois para viver você precisará morrer uma, duas ou três vezes se for preciso. Confia em mim, eu sou o poeta que queria ser astronauta, eu desvendei a poesia das galáxias para te dizer ‘’Por que minha vida não dá certo?’’, viver é a resposta.



Parte 2 - Tempo, Vida e Morte Racional 


Tempo, tempo, tempo, tempo, tempo, tem... po? O que essa palavra significa? Tem... po é só um relógio fazendo tic-tac, quanto tempo eu tenho de vida? Vida, vida, vida, vida, vida, vi... da. O que é a vida? Tempo e vida são como um casal. Muito tempo atrás um pontinho no meio do universo explodiu e a vida surgiu, com o tempo a vida envelhece e com a vida o tempo... O tempo avança e a vida diminui, mas o tempo também cansa e a vida evolui, seria o tempo um Deus controlador com paciência infinita e a vida uma... vida? Tempo é infinito e a vida inexplicável, vida e tempo se beijaram loucamente durante um bilhão de anos e em um bilhão e um. Morte, morte, morte, morte, mor... te? A vida finalmente tem sua inimiga e nos próximos dois bilhões de anos brigaram intensamente até o tempo parar, tempo decidiu a vida é o começo e o durante e a morte, bem a morte você sabe, FIM.



Parte 3 - Mau Gosto da Loucura


‘’Vida longa, longa, longa e vazia, essa cama é tão quente e lá fora é tão frio”,

e por quê?

Para, para, para...

“Você sabe que eu estou certo, os lugares são incertos, todos eles sem exceção”

só me deixe por favor,

“Senhor Forbes Nash?’’,

sim,

“Repita comigo, os gramados verdes agora são cinzas causadas pelas mãos da humanidade’’,

 o-o-os gramados verdes agora são ci-cinzas causadas pe-pelas mãos da humanidade,

“E eu prometo vingar todas as pobres flores e as matas sem cores”,

eu não posso fazer isso, simplesmente não posso,

“Eles precisam pagar, os humanos há 400 mil anos vem sujando a célebre mãe Terra, evolução? Isso é o que eu chamo de destruição”,

amor,

amor,

amor

três vezes para não esquecer, amor, amor, amor, três vezes para...

Eu prometo vingar todas as flore-res , matas sem cores, sem questio...


(Foto @mare.lua)


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VIDA


A vida é um carnaval no meio do carnaval ‘’eu tô que tô’’

A vida é desfilar na avenida cantando o samba da vida
Lembrando Noel Rosa e do gato a miar

A vida é uma lua e a alegria do rio
A vida é uma graça, é uma festa de ciranda, é um frevo com seus compassos e suas sombrinhas

É um Fandango regado a barreado. É um vanerão. É um fado português. É um rock inglês.
A vida é...
É morrer de rir. É acordar ao seu lado sozinho.

A vida é feiticeira com sua melancia encantada, não era uma maçã verde-vermelha.

A vida é também acordar seis (não sei) horas oras bolas.
A vida é desenhar uma casinha bem pequenina.
A vida é assistir ao show do John Lennon com Chico Buarque e na bateria Beethoven e Mozart.

A vida pisca
A vida chama
Chama azul
Chama vermelha

- não sei se entendi muito direito.

A vida é poder se divertir com os amigos em qualquer lugar

A vida é uma espinha nascendo no seu rosto.

É a felicidade, é a lagrima que escorre dos olhos do palhaço
É a luz piscando
É a flor sorrindo pro cachorro
É não pensar no lirismo é sentir frio no verão
É dormir devagar

É um vai e vem, às vezes desconcertante, algumas vezes errante, uns dias ensolarados e alegres, outros escuros, nublados, frios e chuvosos; porém outro dia florido, cheiroso e colorido

É uma brisa leve dentro da barriga de uma mãe é choro da criança é o sorriso da mãe
Ao vê-la vir ao mundo ultra-uterino.
É o mistério da luz, da água se transformar nos cloroplastos no sagrado alimento.
Ávida são as joaninhas com sua jaqueta preta com pintinhas vermelhas e outras com jaquetas vermelhas com pintinhas pretas.

A vida é buscar um anel em Saturno para colocar no lindo dedo da mão da sua namorada.

A vida é como uma abelhinha vivendo em uma colméia onde todo mundo se ajuda e assim a vida fica doce como um mel.

- Antonio Lourenço




Esse poema foi escrito por nosso aluno Antonio Loureço assim que soube qual seria o tema norteador do núcleo de teatro amador da Cia. do Abração em 2019. O que será que vem por aí?


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Confira o vídeo que passamos nos agradecimentos do espetáculo ''PROBLEMAS CABELUDOS DE GENTE QUASE GRANDE'', da turma de 2018 do Núcleo de Teatro Amador da Cia. do Abração!




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''PROBLEMAS CABELUDOS DE GENTE QUASE GRANDE''
Sobre a infância, o processo

Diante de um passado distante - para alguns, e nem tanto para outros, e sob o olhar de diferentes ângulos, a primeira abordagem foi voltar-se para dentro, para o que era essencial e genuíno, para a criança que silenciosa habitava memórias, horas felizes e encorajadoras, como andar de bicicleta pela primeira vez, por outras tristes e amedrontadoras, feito monstros que se escondem debaixo cama.

Assim sendo, a folha em branco, foi ganhando cor, textura e há quem diga, formato de avião. Fato é que, diante das estórias entrelaçadas, das diferentes realidades vividas, e dos trajetos individuais percorridos, encontramos um ponto de convergência - ponto esse que serviu como disparador poético-artístico, e assim como o “todo”, surgiu de uma simples pergunta:

O QUE É SER CRIANÇA? Talvez seja brincar de elefante colorido...

E que cor?

Todas elas, misturadas formando um arco-íris!

Criança é COR, é acreditar numa abelhinha que dá conselhos ao pé do ouvido, é CHORO seguindo de soluço ao perceber que se perdeu no mercado, é SORRIR mesmo sem dentes, é  BRINCAR na chuva, e porque não em uma sala de aula de teatro?

E através do ser brincante de cada criança-adulto, corremos na tentativa de não ser a mãe-cola, ou pra bater o 31 salva tudo, gritamos e uivamos feito lobos, suamos e tomamos muita água. E no intervalo de toda essa agitação partilhamos as inúmeras experiências e sentimentos. Sentimentos estes que foram explorados em exercícios de contato e improvisação. Pulamos corda, rimos uns dos outros, e aos poucos fomos resgatando algumas crenças infantis, papai noel, coelhinho da páscoa e até o homem do saco apareceu!

Nos acolhemos em conversas confortantes, e em histórias parecidas nos reconhecemos. Mudamos de ordem, invertemos o sentido, criamos novas regras, e fomos nos perdendo em meio de toda a imensidão.

Para ao fim, nos encontramos.

Parece que infância é isso, um vai e vem de coisas, um furacão de emoções e uma curiosidade que não cabe no google. Infância é um mar de possibilidade multiplicado por um castelo de areia que nunca para de crescer. Infância é ter nos olhos o pulsar do coração, é ter nas mãos um mundo cor-de-rosa mesmo quando faz frio no verão. 





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O núcleo de Teatro Amador da Cia. do Abração apresentou ''PROBLEMAS CABELUDOS DE GENTE QUASE GRANDE'' em 2018.

O que determina a gravidade de um problema? Quem disse que ralar o joelho é menos grave que não conseguir pagar uma conta no final do mês? Problemas Cabeludos de Gente Quase Grande, é um convite para não crescer, é uma viagem lúdica das cores por entre os céus em um aviãozinho de papel, é o gostinho do bolo da vovó em um dia azul, num mundo totalmente cor de rosa.

Autoria e Direção: Loara Gonçalves
Coautoria: A turma
Preparação Vocal: Vitor Capoal
Sonoplastia: Loara Gonçalves
Figurino: Rayssa Gualberto
Iluminação: Fernando Bento
Cenário e adereços: Élio Chaves

Personagens/Elenco
Azul – Yuri Thayann
Verde – Dylan Willms
Bege – Marília Iarocrinski
Vermelho – Rafaella Alencar
Azul Bebê – Donavam Makclaud
Amarelo – Pietra Silvestri
Preto – Lucas Eidam
Azul Marinho – Antônio Lourenço
Fúcsia – Sandy Keller
Cor de Fome – Cadu Licodiedoff
Branca – Ana Sercunvius
Pink – Liz Rangel
Laranja – Flávio Fortes
Lilás – Laura Negri
Narracor – Vinícius Bazan

Confira algumas imagens do espetáculo!

















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O núcleo de Teatro Amador da Cia. do Abração apresentou ''AQUELE QUE DIZ SIM, AQUELE QUE DIZ NÃO'' em 2017.

Uma menina, cuja mãe está muito doente devido a uma grave epidemia que assola sua cidade decide ir com sua professora numa missão, através das montanhas, buscar uma possível cura. Porém, no caminho, ela descobre também doente e isso altera o curso das vidas de todos os envolvidos nessa saga.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Cléber Pereira Borges 
Dramaturgia: O elenco a partir da obra "Aquele que diz sim, aquele que diz não", de Bertolt Brecht.
Elenco: Ana Sercunvius, Antonio Alf, Cecília Mozzer, Cadu Licodiedoff, Clara Maltaca, Dion Roberto, Laura Negri, Letícia Puppi, Liz Rangel, Lucas Eidam, Madu Ferreira, Marília Iarocrinski, Pietra Silvestri, Rayssa Gualberto.
Produção: Cia do Abração 
Cenógrafo: Élio Chaves 
Figurinista: Rayssa Gualberto
Fotografia e making-off: Carol Jambersi











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O núcleo de Teatro Amador da Cia. do Abração apresentou ''DO CAOS A CRIAÇÃO VS A CIDADE QUE NÃO TINHA VENTO'' em 2016.

A CIDADE QUE NÃO TINHA VENTO
Uma cidade sem vento é uma cidade sem inspiração, sem poesia, sem encanto, sem crianças, sem sonhos e sem INVENTO. Apresentamos esta história que questiona nosso modo de viver e nossas relações humanas. Até que ponto o cotidiano deixa nossa vida sem cores, flores e amores? Para nós, Vento é Movimento, é Brincadeira, Sonhos e Esperança, combustíveis necessários para gerar pensamentos, girar o Mundo e reinventar nós mesmos. 

DO CAOS À CRIAÇÃO
De onde vem a inspiração? Onde nascem as ideias? Quem inventa o inventor? Onde mora o novo antes de ser novo? Quando tudo parece perdido, quem pode nos salvar? O pior cego é aquele que não quer ver? Ou Aquele que vê demais? Quando a quarta parede quebrar e a casa cair, adianta fazer tempestade em copo d`água? Quem poderá nos defender? Quem poderá nos responder? 
Cri... Cri... Cri... Criação! As Crianças serão a nossa salvação!  

Elenco
Ana Beatriz Sercunvius
Antonio Lourenço Filho
Clara Maltaca Pypcak
Izabelle Marques
Laura D. X. Negri
Maria Eduarda Ferreira da Rocha
Marilene Meira Witkowski
Pietra Rebello Silvestri
Rayssa Gualberto

Alessandra P. de Carvalho
Augusto Pallu
Cecília Nunes de Souza Mozzer
Fernando Bento
Julia de Souza Suemitsu
Leticia Puppi
Liz Del Pino Rangel
Marilia Iarocrinski
Pietra Pozzetti


































































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O núcleo de Teatro Amador da Cia. do Abração apresentou ''CHEGANÇA'' em 2015.

Uma estação. Uma mulher que ouve e escreve cartas, nem sempre é ouvida, mas escreve. Escreve porque precisa. Um lugar de passagem, não seria isso a vida? Esse estado transitório? Estações passam, pessoas passam pela estação. Uma família de imigrantes chega ao Brasil e em um esbarro com uma pessoa, as malas acabam sendo trocadas e o passado revisitado. Duas malas e uma história em comum.

Dramaturgia: a turma

Direção: Paulo Chierentini

Iluminação: Edgard Assumpção



Personagens/Elenco

Matilde - Leticia puppi

Amélia – Júlia Suemitsu

Clarice – Natalia Dias Zagonel

Francisco/Chico Europa- Augusto Pallú

Alice (Escritora) – Izabelle Marques

Mariquinha/ “A pequena” – Emily Batista

O musico – Paulo Chierentini

Helena – Thais Cristina

Aisha – Isabel Leticia
































































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